oi em
1995, que ganhei minha primeira filhota preta de dogue alemão, Fanny Big Black, na qual veio substituir uma setter
irlandês, que enlouquecia qualquer vizinho, no intuito de amenizar minha tristeza, meu pai e incentivador de tudo, a trouxe para mim.
Começamos a levá-la em exposições no qual tivemos alguns resultados bons, mas ela era uma cadela de poucos atributos.
Foi quando um grande amigo e juiz, Carlos Bacelar, nos ligou dizendo de uma ninhada surpreendente que nascera do Canil Oxemberg, foi onde compramos o
exemplar que deu sentido a tudo em nossas vidas, Darius Vom Oxemberg.
Tão logo, adquirimos também, uma cadela chamada Rebecka Von Ox Double D.
A partir daí, iniciamos nossa pequena criação.
Tivemos inúmeras alegrias com estes cães.
Mas como nada é para sempre, eles se foram e paramos de criar por 5 anos.
Quando perdi o Darius, em 21 de setembro de 2006, pensei em parar, a dor da falta dele me consumia. Foi neste momento crucial, que então o outro amor da minha vida, a pessoa que mais
incentiva na criação, meu esposo Fábio, me incentivou e me apoiou para que não parássemos de criar esta tão estimada raça.
Hoje, estamos novamente , ampliando nosso plantel e tentando aprimorar a raça. Não podemos jamais esquecer de agradecer as pessoas que sempre estão do nosso
lado, nos auxiliando e dispondo de seus conhecimentos e de seus exemplares; ao Fábio Sucolotti, meu esposo amado, por todo empenho, tolerância, dedicação e paciência para comigo e com os
cães, sem ele nada disso seria possível. A minha família, aos nossos amigos Denise Lavoura, Edith Dickman, Maria Catalina Dantas e Claudia Vieira e aos nossos veterinários, Edgard Brito e
Priscila Piazzalunga.
Nosso muito obrigado!
“ Um dogue alemão deve agradar aos olhos ,a primeira vista, deve dar tanto prazer ao
espectador quanto uma linda peça de música ou uma belíssima pintura.“